25 abril 2007

contas...

tenho 5 euros na mão, 7 euros na conta e não sei quando vou receber...

afinal não há grandes contas para fazer...

já passaram uns anitos...

... mas este pedacito de terra continua a ser um atraso de vida!



não?!?

fui eu que tive um mau dia...

ou a felicidade não depende mesmo de nós e pode-nos escapar, quase sem notarmos, por entre os dedos?

inveja...

... dos meus colegas de trabalho que, 3/4 anos mais velhos do que eu, têm um emprego mais ou menos estável, relações amorosas de longa data, projectos em comum, preocupam-se com questões como a compra de casa ou carro e questionam-se se não estará a ficar tarde para ter um primeiro filho...

pode não ser exactamente a vida que eu quero ter daqui a 3 anos... posso ter prioridades completamente diferentes, mas a verdade é que eles têm certezas, um caminho a seguir e alguém que os ampare, se necessário, nesse caminho...

e eu? eu tenho uma mão cheia de nada, meia dúzia de manias e demasiadas dúvidas...

10 abril 2007

aí vem ele...

dia 16 de abril marca, finalmente, o início do meu estágio profissional. sim, porque apesar de já estar a trabalhar a tempo inteiro há um mês, fazia-o como voluntário. às vezes é preciso fazer coisas destas para as pessoas perceberem que estamos, mesmo, interessados em ter um emprego, em produzir...

venha de lá o dinheirinho agora, que muita falta faz por estes lados.

09 abril 2007

foda-se bonnie!

if you have no one... no one can hurt you...

não consigo tirar estas palavras da minha cabeça... será que tens razão?

os homens também choram...

ontem, domingo de páscoa, data sem significado especial para mim, fui até ao cemitério da minha aldeia. porquê? para fazer o favor à minha avó, claro. fui com o meu irmão até à campa do meu avô... disse-lhe quem era... o petiz, depois de dar um beijo na mão e o entregar à fotografia do avô, disse qualquer coisa como: "olá avô... sou o miguel e estou aqui ao pé de ti". não consegui evitar chorar. tal como choro agora mesmo...

pode soar lamechas, mas há pessoas que nos fazem mesmo muita falta...